14.05.18

Hoje eu agradeço por estar escrevendo, por passar o dia em casa e ter me permitido não estar sempre preocupada com a organização. Ter permitido a fuga do controle. Também agradeço por ter colocado uma prateleira em cima do tanque com Aninha e eu espero que amanhã faça sol para eu ficar um pouco menos melancólica e um tanto mais alegre e presente. Culpas e excesso de responsabilização pelos momentos dessa vida me tem pesado o peito e as têmporas. Lágrimas me escapam. Ontem elas jorraram como cachoeiras sem controle. E o mês voa com o vento.

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